Para perceber esta lei é necessário olhar o mundo quase como se dele não fizesse parte. Perceber que existe dinheiro suficiente para todos os que realmente o queiram e que estejam dispostos a obedecer às leis que governam a sua aquisição.
Mesmo em tempos de crise o dinheiro não desapareceu, não evaporou, não está escondido das pessoas. Tudo isso é uma interpretação SUA do que ouve e lê nas informações que chegam até si.
Existe imenso dinheiro à sua disposição. Não existe falta dele. É possível ter tudo do que necessita e que deseja. Vivemos num universo generoso e estamos rodeados de oportunidades para obter aquilo que realmente desejarmos. É a sua atitude em relação à abundância, ou escassez, de dinheiro que terá maior impacto no facto de se tornar rico, ou não!
O primeiro corolário da Lei da Abundância é:
As pessoas enriquecem porque decidem enriquecer.
As pessoas enriquecem porque acreditam que possuem a capacidade para enriquecer. Por acreditarem realmente nisso, começam a agir da mesma forma e dão consistentes passos que lhes permitem transformar aquilo em que acreditam em realidade. É sempre possível perceber aquilo em que acredita olhando para as suas acções. Não existe outra maneira.
O segundo corolário desta lei é:
As pessoas são pobres porque ainda não decidiram ser ricas.
Pergunte-se a si próprio “Porque é que não sou rico?” Seja qual for a resposta, ela revelará muito sobre si. A sua resposta mostrará as limitações que impõe a si mesmo, as sua dúvidas, os medos, as desculpas, as racionalizações e sobretudo as suas justificações perante tal facto.
Faça uma lista de justificações a esta pergunta e partilhe-as com alguém que o/a conheça bem e peça-lhe a sua opinião. Vai descobrir que as suas respostas serão sobretudo desculpas pelas quais se apaixonou.
“No momento de se contentar com menos do que merece, recebe ainda menos do que aquilo com que se contenta” – Maureen Dowd