O Meu Apoio em Marketing Multinível

Dicas e Ideias em Marketing Multinível

Quer ter razão ou quer ter resultados?

Diáriamente encontro as pessoas naquilo que um amigo meu chama de “circuito fechado”. Na verdade, quando elas nos começam a contar as suas vidas (à maneira delas) parece que nada lhes corre bem.

Não quero, de forma alguma, tirar a razão a essas pessoas de que por vezes as coisas não correm a nosso favor. Contudo, costumo perguntar-lhes: “- Queres ter razão ou queres ter resultados?

Infelizmente deparo-me algumas vezes com o facto de algumas pessoas darem mais importância à razão do que aos resultados.

Na verdade, a razão é algo que as conforta. Culpar o mundo pelas suas fracas prestações é muito mais fácil do que qualquer outra atitude.

Então eu proponho uma coisa a essas pessoas: Mudem o mundo! Mudem tudo o que as rodeia! Será que conseguem?

Eu prefiro culpar-me a mim se algo não corre bem. Ter controlo sobre a minha vida e não deixar que esta se desenvolva ou se limite devido ao controlo de terceiros.

O resultado desta filosofia de vida é o controlo absoluto do presente e do nosso futuro.

Se acredita que consegue, então consegue! Se pensa que não consegue, então tem razão!

Eu sou assim!

“Não te definas que te limitas!”

Aprendi esta frase no início da minha adolescência e desde então que procuro aplicar esta máxima na minha vida.

Quando algo não está bem nas nossas vidas, devemos procurar mudar. Caso não o façamos, o que está mal, assim permanecerá.

Há uns dias falava com um prospecto que me dizia que actualmente não tinha tempo para nada. O seu dia tinha poucas horas e que tantos a fazeres não lhe cabiam na sua memória mental.

O facto do prospecto ter admitido tal facto é para mim um primeiro passo muito importante, este percebeu o que não está bem na sua vida.

Lancei-lhe então um desafio, uma mudança.

“- E que tal começar a utilizar uma agenda? Marcar no dia anterior tudo o que tem a fazer às horas que terá de o fazer!” Disse eu.

Esta pequena mudança, iria ajudar a que tivesse uma maior organização. Não tinha assim de ocupar a sua memória com informações que poderiam estar escritas em papel e acima de tudo ia ajudar a que conseguisse maximizar o seu tempo e consecutivamente iria tornar-se uma pessoa mais produtiva.

“- Eu não funciono assim, sou uma pessoa que gosta de deixar o dia andar e ir fazendo as coisas à medida que a oportunidade e a vontade surgem!” Disse o prospecto.

Posto isto, confirmei mais uma vez que a relutância que as pessoas têm em mudar os seus hábitos pode ser desastroso para as suas vidas.

Pondo este assunto em termos práticos, vamos tentar encontrar uma solução:

Será que conseguimos que o dia tenha mais horas??? Não.

Vamos diminuir as nossas tarefas? Isso também não será o indicado!

Vamos organizar melhor o nosso tempo? Sim, esta é a solução.

Algumas crenças devem ter levado este prospecto a pensar que a mudança ou a aquisição de novos hábitos, podem ser sintomas de quebra de identidade. Pôs de parte aquela que podia ser uma solução para um factor da sua vida.

Tal como esta situação, muitas outras acontecem todos os dias nas nossas vidas. Cabe-nos a nós percebermos, como é que vamos resolver as situações? Sabendo previamente que a primeira mudança terá de partir de nós.

Mas para isso não se poderá definir como um ser estável. A água, quando muito tempo parada fica choca! Com as pessoas acontece o mesmo.

Mudança! Um gesto contra cultura ou a fonte da sabedoria? Feliz 2011!

Alguma vez mudou? O visual, os hábitos, as companhias, os gostos…algo que nunca pensou em mudar e a partir de um certo momento, simplesmente, mudou.

Lembra-se de como isso lhe fez mudar a percepção da vida? Por muito pouco relevante que lhe pareça, a mudança teve consequências na sua vida.

Uma pessoa que não muda é uma pessoa que não tem a capacidade de aprender, desaprender e reaprender.

Se precisar de ser melhor do que tem sido até hoje, comece por olhar para si e avaliar o que terá de mudar. As respostas vão surgir, assim que aceitar a realidade e assumir a responsabilidade de uma pessoa activa e que não levará uma vida em vão.

A entrada no novo ano, tem uma conotação forte no sentimento de mudança e de renovação. Para muitos é o recomeçar de uma jornada que muitas vezes se demonstra reveladora. Porque não aproveitar este momento?!

Feliz 2011 e desejos de que este seja o seu ano!

Orquidea Pérola! Atingido um novo patamar de liderança!

É com muito gosto e emoção que dou a conhecer a todos os seguidores do meu blog que atingi, este mês, mais um patamar de liderança. Orquidea Pérola!

Este é um patamar que significa muito para mim pois não depende apenas daquilo que eu consigo aplicar mas também daquilo que eu consigo ensinar.

O Clube Orquidea está reservado aos líderes da FM Group devido às caracterisitcas do plano de marketing. Ou seja, está reservado aos que conseguem ajudar os outros a alcançarem os seus objectivos.

Por este motivo e por muitos outros, o meu orgulho serve de alavancagem para futuras conquistas!

Obrigado a toda a equipa por continuarem a acreditar em mim!

Preste menos atenção ao que as pessoas dizem! Apenas observe o que elas fazem!

Este é um conselho válido, não apenas para o seu negócio, mas para todas as vertentes da sua vida.

No seu negócio, seguramente que já lhe apareceram vários prospectos a prometerem grandes sucessos. Uns que vão trazer equipas já feitas, outros que tudo vão fazer, outros que já têm tudo preparado, outros até, que dizem que idêntificam aquela como a oportunidade que sempre quiseram. Qual a sua reação nesses momentos? Provavelmente deposita grande parte da sua esperança nesse prospecto e direciona toda a sua atenção para ele/a. Mas como é que idêntifica se este está realmente decidido a trabalhar? E que tal observar o que essa pessoa realmente faz?

Quando estiver no seu processo de recrutamento, lembre-se que não precisa de ninguém que lhe prometa nada a si. O que precisa é de alguém que esteja disposto a trabalhar. Alguém como você, alguém que faz acontecer.

À medida que observo as pessoas aos invés de as ouvir, descubro que quero ter ao meu lado as que fazem acontecer. Estas descobrem recursos onde outros nem se esforçaram. Encontram clientes onde outros não acreditaram. Agarram algo mediano e tornam-no excepcional. Nunca arranjam desculpas. Enfim, encontram sempre uma forma de fazer as coisas acontecerem.

São estas as pessoas que deve ter ao seu lado.

O mesmo se passa no nosso dia-a-dia.

Aquelas pessoas “negativo-lamentadoras-crónicas”…comece a observar o que essas pessoas fazem pelas suas vidas e pela sociedade. 

A correcta idêntificação dos que quer a seu lado é determinante pois são esses que irá levar consigo na sua jornada. Exiga provas de que estes merecem o seu tempo e o seu apoio.

Lembre-se, “Fazer é poder.”

Apoiar ou Servir?

Esta é uma questão que deve colocar em todos os momentos que um distribuidor da sua equipa lhe solicita ajuda. Estarei a ajudar ou estarei a servir?

A sua postura inicial é a chave para não lhe restarem grandes questões.

No momento em que um distribuidor se inicia na sua equipa, certifique-se que lhe passa toda a informação básica para que este saiba o essêncial: catálogos, preços, pontos, como fazer encomendas, como inscrever novos distribuidores etc.

Esta informação não o previne a si de lhe dar todo apoio que este necessitar, nomeadamente: acompanhamento de novos membros, evolução das técnicas de vendas, na forma como este vai lidar com as objecções entre outros factores que farão deste um líder de sucesso. Também não o previne de ajudar em alguma questão que esteja relacionada com a dificuldade de encontrar alguma informação nos documentos que foram disponibilizados. Mas garanta que este já viu esses mesmos documentos.

Mas lembre-se sempre que o seu papel não é o de servo, ou seja, não repita informação que já passou aos distribuidores e que estes têm em formato de documentos. Lembre-se que o seu tempo é precioso e você organizou o seu material para não perder tempo a passar a mesma informação a todos os novos distribuidores.

Se alguém lhe pergunta, por exemplo, “-Qual o preço dos produtos?” e essa informação já lhe foi passada por documentos (como é o caso da nossa equipa) obrigue o distribuidor a ir ver aos documentos. Referi-me a esta questão como poderia ter referido a outras como “-Como é que se inscrevem pessoas?”, “-Qual o meu número de distribuidor?” e outras perguntas do género.

Se você responder a este tipo de questões, está a ser um servo do seu distribuidor e em vez de apoiar está a destruir. Se alguém quer trabalhar em Marketing Multinível, tem de saber que a autonomia é um dos factores mais importantes neste negócio, que é um negócio próprio e que deve ser desenvolvido com esse sentido de responsabilidade. A primeira vez que der resposta a este tipo de questões abriu um precedente.

O distribuidor, vai sentir que sempre que tiver questões sejam elas quais forem, pode recorrer a si e volta e meia está a perguntar-lhe algo tendo a resposta à sua frente. Pior que isso é que ele vai achar que esse é o seu papel, o que não é verdade.

Por mais difícil que seja tomar esse tipo de atitudes, obrigue-os a ganharem autonomia. Um líder diz aquilo que os outros, mesmo não concordando, têm medo de dizer!

Precisa na sua equipa de alguém que não trabalhe? Aposto que não! Então não os fomente.

Compromisso ou Determinação?

Muitas vezes se confunde compromisso com determinação. Por esta razão, algumas pessoas que até são determinadas conseguem falhar nos seus objectivos.

De facto o compromisso assemelha-se à determinação. Contudo, a determinação não passa de uma emoção momentânea com um sentimento efémero, ao passo que o compromisso é uma vontade firme que resiste às diferentes circunstancias.

A determinação é apenas um entusiasmo que pode ser transmitido através de atitudes e afirmações optimistas e energéticas, contudo são falsas.

O entusiasmo pode levar as pessoas a enganarem-se a elas próprias por uns tempos mas no final, ou estão comprometidas ou não!

Não podemos estar ligeiramente comprometidos. O compromisso é como um interruptor, ou está ligado ou está desligado.

É precisamente esse compromisso “apaixonado” que leva as pessoas a alcançar os seus objectivos e a ter toda a segurança que o resultado final será o que procuram.

As boas intenções não passarão de bons sonhos se não as levarmos até ao fim – Ralph Waldo Emerson (1803-1882)

Opiniões. Será que fazem falta?

Quantas vezes pensou em fazer algo ou teve uma idéia, que para si lhe pareceu brilhante, e saiu a correr a contar a todos os que se cruzam no seu caminho?

Quantas vezes avançou com essa idéia?

Talvez pense que seja um qualquer poder sobrenatural que destrói sonhos quando estes são partilhados. Mas não é!

Quando conta às pessoas as suas idéias ou os seus sonhos, está à procura de uma aprovação. Aprovação essa que não lhe será dada, pois cada pessoa tem a sua realidade. Realidades diferentes têm visões diferentes do mundo que nos rodeia.

Já se imaginou a perguntar a um Surdo uma opinião sobre uma música? Ou mesmo a um Cego qual a cor que lhe fica melhor?

O que para si lhe parece óbvio, ou até mesmo brilhante, para a outra pessoa não faz qualquer sentido, pois o que o levou a ter essa idéia ou a criar esse sonho advém de uma construção de conhecimento que a outra pessoa não teve, ou que teve noutra área e de forma diferente.

Ao não sentir a verdadeira aprovação (com o mesmo entusiasmo que você a sentiu) irá acabar por desistir da idéia e copiar a realidade da outra pessoa para si.

Ao não concretizar as suas idéias ou realizar os seus sonhos (embora esta decisão tenha partido de si) a frustração irá fazer parte da sua vida e com o tempo, este sentimento será uma constante, apenas apagado ao cercar-se de pessoas como você.

Pelo facto de ter falado com tantas pessoas sobre as suas idéias e estas não serem concretizadas, a sua frustração será ainda maior quando tiver que contar mais um fracasso.

Sempre que tiver uma idéia ou veja uma oportunidade para realizar os seus sonhos, amadureça a idéia. Transporte-a para o papel, calcule, planeie e não procure aprovação nas outras pessoas, pois elas vão responder-lhe através da opinião que elas têm do mundo que as rodeia. Quando sentir que é a altura de avançar, avance e aí sim pode sair a dizer o que fez ou o que está a fazer, pois nesse momento as opiniões serão apenas críticas, construtivas ou, se você deixar, destrutivas.

Lembre-se que você é a pessoa no mundo que sabe sempre mais sobre a sua vida.

Quer uma equipa “à prova de bala”?

Todos nós queremos ter uma equipa “à prova de bala”. Uma equipa que resista a todos os contratempos e que se mantenha focada nos seus objectivos.

Poderá pensar, que falar constantemente sobre os pontos positivos do negócio ou esquivar-se a abordar temas que possam deixar o seu distribuidor apreensivo é uma boa estratégia para que este se mantenha sempre com uma mentalidade positiva. Mas será que assim eles vão ser mesmo ”à prova de bala”? 

Imagine:

O que seria de um exército se a tropa não fosse tão rigida?

Porque razão o percurso escolar e o universitário são tão trabalhosos?

Será que, se os militares fizessem uma tropa “santa”, estariam prontos para combater?

Será que, se os estudantes não fossem expostos a exercicios e calculos mentais, muitas vezes exagerados, eles conseguiriam estar aptos no mercado de trabalho?

Provavelmente não!

Com a sua equipa, o processo é igual. Se nunca os preparar para a realidade, eles não vão saber como lidar com ela.

Todos sabemos que existem barreiras a serem utrapassadas em Marketing Multinível. O processo é o equivalente à vitória de sucessivas batalhas que não se vencem de braços cruzados. Não se vencem sem armas, não se vencem sem estratégias e sobretudo não se vencem sózinhas.

Quando estiver a formar o seu distribuidor (que deverá acontecer quase diáriamente) chame-o à Terra. Alerte-o para pontos menos bons que podem acontecer. Assim, quando estes acontecerem ele estará preparado. Ou seja, ele será “à prova de bala”!

Porque é que as pessoas têm medo de arriscar?

Conta a História que havia um Rei antigo que aos seus prisioneiros lhes dava duas hipóteses. Num longo salão colocava-os no meio, do lado esquerdo encontravam-se os arqueiros do Rei e do lado direito havia uma porta grande de ferro com um relevo de caveiras ensaguentadas.

O Rei dizia sempre aos prisioneiros: - agora escolham, preferem ser mortos já pelos arqueiros ou preferem entrar naquela porta e ficar lá até morrerem?

A maioria dos prisioneiros preferiu sempre morrer pelos arqueiros. O poder icónico do portão sempre os levou a recusarem por ele entrar.

Até que um dia, um dos prisioneiros decidiu por ela entrar. Ao começar a abri-la deparou-se com raios de sol que rompiam com a escuridão do salão. Quando a abriu totalmente, notou que de um caminho para a liberdade se tratava.

- Eu sempre dei a escolher, mas todos escolheram a morte com medo de abrir a porta! – Disse o Rei.

Na vida, estamos quase sempre no lugar dos prisioneiros. O poder icónico, os paradigmas e as opiniões dos outros são muitas vezes as nossas barreiras e a principal razão para nos mantermos à espera da….morte.

Abra portas que nunca ousou abrir, experiencie o que ainda não conhece, viva novas realidades e lembre-se sempre do ditado, “Ver para crer!”.

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