O Meu Apoio em Marketing Multinível

Dicas e Ideias em Marketing Multinível

O Sucesso é previsível!

Vivemos tempos fantásticos! Nunca como hoje existiram tantas oportundades para que o maior número de pessoas atinja plenamente os seus objectivos, tanto pessoais como profissionais. Esta situação melhora a cada dia que passa.

Hoje sabemos mais acerca da maneira de conseguir melhores resultados em mais áreas de negócio do que alguma vez soubemos. Esta informação é como água, flui por todo o lado e para todas as pessoas que estejam receptivas e dispostas a usá-la.

O melhor da informação e das ideias é que elas são infinitamente partilháveis. O marketing multinível também :D E se depois de eu partilhar essa ideia com alguém e esse alguém partilhar com mais pessoas, todos sairão vencedores. O marketing multinível também :D

Cada nova informação cria oportunidades que se expandem e multiplicam à medida que a informação é explorada, contudo esta vai revelando, de forma sempre mais consolidada e acelerada, relações com outras áreas de conhecimento.

O sucesso de cada um é previsível! O seu foco, a sua luta, a sua caminhada, determina o seu sucesso!

Talvez a mais importante qualidade de um Homem de negócio seja o pragmatismo. Ser pragmático significa não estar preocupado com a origem de uma ideia. Não perguntar de onde veio ou quem a utilizou primeiro. Ser pragmático é colocar apenas uma questão: Funciona?

O seu sucesso no marketing multinível consiste em descobrir o que funciona e depois aplicar esse princípio, sempre que seja apropriado, para atingir determinado resultado. Estes pricípios são como números de telefone, quando marcamos errado não conseguimos fazer a ligação.

O desconhecimento destes princípios não são desculpa. Mesmo não os conhecendo não está dispensado de lhes obedecer. A desobediência dos mesmos, mesmo que não seja intencional acabarão por faze-lo cumprir a pena completa em facasso, frustração ou resultados medíocres.

A Lei da Abundância.

Para perceber esta lei é necessário olhar o mundo quase como se dele não fizesse parte. Perceber que existe dinheiro suficiente para todos os que realmente o queiram e que estejam dispostos a obedecer às leis que governam a sua aquisição.

Mesmo em tempos de crise o dinheiro não desapareceu, não evaporou, não está escondido das pessoas. Tudo isso é uma interpretação SUA do que ouve e lê nas informações que chegam até si.

Existe imenso dinheiro à sua disposição. Não existe falta dele. É possível ter tudo do que necessita e que deseja. Vivemos num universo generoso e estamos rodeados de oportunidades para obter aquilo que realmente desejarmos. É a sua atitude em relação à abundância, ou escassez, de dinheiro que terá maior impacto no facto de se tornar rico, ou não!

O primeiro corolário da Lei da Abundância é:

As pessoas enriquecem porque decidem enriquecer.

As pessoas enriquecem porque acreditam que possuem a capacidade para enriquecer. Por acreditarem realmente nisso, começam a agir da mesma forma e dão consistentes passos que lhes permitem transformar aquilo em que acreditam em realidade. É sempre possível perceber aquilo em que acredita olhando para as suas acções. Não existe outra maneira.

O segundo corolário desta lei é:

As pessoas são pobres porque ainda não decidiram ser ricas.

Pergunte-se a si próprio “Porque é que não sou rico?” Seja qual for a resposta, ela revelará muito sobre si. A sua resposta mostrará as limitações que impõe a si mesmo, as sua dúvidas, os medos, as desculpas, as racionalizações e sobretudo as suas justificações perante tal facto.

Faça uma lista de justificações a esta pergunta e partilhe-as com alguém que o/a conheça bem e peça-lhe a sua opinião. Vai descobrir que as suas respostas serão sobretudo desculpas pelas quais se apaixonou.

“No momento de se contentar com menos do que merece, recebe ainda menos do que aquilo com que se contenta” – Maureen Dowd

As maravilhas da confiança!

A confiança é, primeiro que tudo, um reflexo de uma auto-imagem positiva. Para ter confiança em si é necessário aprender a gostar de si. Para inspirar confiança nos outros é necessário aprender a ter confiança em si.

Aprenda a apreciar-se, adopte a atitude de que o êxito é um direito seu! Você é tão inteligente, competente e cuidadoso como qualquer outra pessoa. Quando posicionar a sua mente desta forma, o seu êxito vai aumentar astronómicamente.

No entanto, esta autoconfiança aparece e desaparece sem que, à primeira vista, perceba porquê. À primeira vista porque em alguns momentos de introspecção consegue descobrir o mistério que está por detrás dos repentinos desaparecimentos da sua autoconfiança.

Lembra-se de quando aprendeu a conduzir? Aquela sensação de conseguir avançar lentamente com o carro em primeira, com os dentes a ranger e o suor a cair-lhe da testa, a primeira vez que manobrou no meio do trânsito, o primeiro estacionamento, o arrancar numa subida e mais umas quantas situações caricatas. No entanto, agora, tem plena confiança na sua capacidade como condutor. Conduz mecanicamente e o êxito vem-lhe automaticamente.

Seja uma pessoa optimista. Mesmo nos momentos de fracasso não fique a pensar nos obstáculos ou estes acabarão por dominar a sua vida. Até as pessoas mais carismáticas fracassam de vez em quando. A diferença é que uma pessoa com pouca confiança reage ao fracasso de uma forma catastrófica e uma pessoa com confiança aprende com esse fracasso e procura soluções para continuar o seu caminho.

Qual a importância do blog?

Tal como referi no post anterior, um dos factores importantes do recrutamento de contactos é ter um blog.

O blog é importante não apenas no recrutamento mas também para libertar o potêncial individual de cada membro da sua equipa, proporcionando-lhe estratégias e ideias que possam ser usadas para alcançar os objectivos a que se propuseram.

No meu caso, escrevo-o especificamente para as pessoas que trabalham em marketing multinível e que desejam maximizar o seu potêncial e obter a maior quantidade e qualidade possível de resultados em troca de horas, semanas, meses e anos das suas preciosas vidas investidas nas suas carreiras.

Cada post deste blog pode poupar meses e até anos de trabalho árduo. São conceitos que à primeira vista até podem parecer simples mas que nem sempre são aplicados. Contudo são indispensáveis para que consiga desenvolver plenamente o seu potêncial. Todas as práticas que abordo são comprovadas e aplicam-se a todo o tipo de sucesso e de negócio. Não têm a ver com saúde, amor ou equilíbrio, nem com qualquer outro factor de felicidade e realização pessoal. Este blog não fala acerca desses assuntos mas apenas de princípios intemporais de sucesso empresarial.

A cada post deve “perder” uns momentos e avaliar a sua conduta e comportamento em relação a ele. Uma ideia ou uma perspectiva nova pode ser tudo aquilo que precisa para ganhar um novo rumo.

Quanto mais aplicar estes princípios ao seu raciocínio diário e ao seu processo de decisão, mais eficaz vai ser. Vai conseguir atrair melhores prospectos, produzir e vender mais, expandir-se e crescer mais previsivelmente e aumentar os seus lucros com maior consistência.

Há na vida uma regra de 10/90. Diz esta regra que os primeiros 10% de tempo que se investe em descobrir as leis, princípios, regras, métodos e técnicas fundamentais de acção em qualquer área poupam 90% do tempo e esforço necessários para atingir os seus objectivos.

A principal não é tanto o saber se estas “dicas” funcionam ou não mas sim perceber o quão fieis lhes conseguimos ser.

Inovação! Palavra de ordem!

Inovar é algo que não se consegue sem trabalho mas para inovarmos necessitamos de nos centrar em três pontos nucleares – Motivação; Ousadia; Competência; – Estes são a energia que põe em movimento a nossa acção.

Comecemos pela ousadia. Citando uma frase célebre do músico Maurice Ravel, “A tradição é a personalidade dos imbecis”. São palavras fortes mas sábias. Quem não conseguir libertar-se de espartilhos mentais que bloqueiam a inovação, prende-se ao que é hábito fazer. Embora, aparentemente, isso não implique riscos, dificilmente será capaz de se revelar e criar algo que o destaque e lhe dê uma vantagem competitiva sobre os que estão à sua volta.

Pensar com ousadia é um dos pressupostos para realizar um projecto que surpreenda a concorrência.

A maior barreira quando ousamos inovar é pensar além daquilo que já experiênciamos, como diz o provérbio “o sapo que vive num poço, não sabe o que é o Oceano” – Pense nisto!

Outro ponto nuclear é a motivação. Sem a verdadeira força e motivação, qualquer projecto, por mais brilhante que seja está condenado a falhar.

Costumo dizer que a motivação é a “gasolina” do nosso Ferrari (projecto), esta perde-se normalmente quando alguém tem medo de falhar ou de correr riscos excessivos. Errar e falhar faz parte do processo de aprendizagem.

O problema não está em falhar mas em não aprender com os erros, não tirando as devidas conclusões.

Temos de estar motivados para procurar alegremente o erro porque ele significa que estamos vivos e em movimento. Só as pedras é que não se enganam.

É claro que muitas pessoas, não conseguem levar adiante os seus projectos ou não têm o sucesso que desejaram. Isto significa uma de duas coisas, ou esses projectos foram mal pensados e não têm valor, ou não estão com as pessoas certas para os concretizar. Lembre-se que motivação é ser persistente e acreditar, não por fé mas sim racionalmente.

O terceiro ponto é a competência. A pessoa competente não é só aquela que sabe realizar bem aquilo a que se propõe mas sim a que mantém uma relação construtiva com aqueles que estão à sua volta. A competência torna-nos mais eficientes.

Não confundindo eficiência com eficácia. Se para matar uma mosca precisei de disparar uma bomba atómica, eu fui eficaz porque matei a mosca mas não fui eficiente porque gastei demasiadas energias e recursos no meu objectivo.

Inovação deriva do latim da palavra innovatio e refere-se a uma idéia que é criada sem que se pareça com qualquer padrão anterior.

É possível conciliar felicidade e trabalho?

Este é um tema que pode gerar boas conversas e parece ser aquele assunto que se “manda para cima da mesa” sempre que algo parece estar perfeito.

Será possível conciliar felicidade com o trabalho? (Emprego não é trabalho)

Vou mencionar aqui a frase que, para mim, mais se ajusta a este tema:

O Homem feliz é aquele que vive objectivamente, aquele que é livre nos seus afectos e conta com amplos interesses, aquele que assegura para si a felicidade por meio desses interesses e afectos, os quais, por sua vez, o convertem em objecto do interesse e do afecto de muitos outros!” - Bertrand Russell (Filósofo Inglês)

Considero nesta frase, três sugestões importantes e será através destas que vou transmitir o meu ponto de vista.

1- “O Homem feliz é aquele que vive objectivamente…” - Nesta frase consigo encontrar conexão entre “viver objectivamente” e trabalho. Isto, partindo do presuposto que a felicidade é algo activo e não uma aceitação passiva das coisas. É quando estamos totalmente ocupados que encontramos uma forma especialmente significativa de felicidade. A capacidade de realizar e as alegrias que surgem na contemplação do que fomos capazes de criar ou fazer.

2- “aquele que é livre nos seus afectos e conta com amplos interesses” – O Homem que procura o conhecimento, multiplica a possibilidade de elevar as suas capacidades. O conhecimento geral molda uma visão mais critica e despreconceituosa. Este ponto apoia o primeiro, “viver objectivamente” sempre com algo novo ou em constante evolução. A motivação não pode estar no café da manhã!

3- “o Homem que se converte em objecto do interesse e do afecto de muitos outros!”  – O reconhecimento faz parte da satisfação pessoal. Aqui podemos estar a abrir um precedente para a liderança, ou seja: viver objectivamente e viver feliz, para mim, é dar forma ao futuro, agindo no presente através do meu trabalho. Provavelmente, com isso, estarei a inspirar pessoas a procurar outro tipo de motivação e outros caminhos para melhor controlarem o seu futuro e a sua felicidade.

Com esta avaliação, posso concluir que sim! – É possível conciliar felicidade com trabalho! Sendo que a palavra-chave que conecta as 3 visões acima mencionadas é Relevância. Preciso tornar-me relevante naquilo que faço e só fazendo bem é que atinjo essa condição.

Ao trabalhar com o propósito de me tornar relevante, ao viver objectivamente e com novos interesses, acredito encontrar fortes razões para ser feliz com o meu trabalho.

Zona de Conforto!

Conforme prometi há uns posts atrás, aqui vai um esclarecimento sobre a “zona de conforto”.

A “zona de conforto” perdura em vários âmbitos da vida. Mas para quê pensar nisso? Amanhã eu resolvo!

-Segunda eu começo a dieta; -A partir do próximo mês eu começo a poupar; -Depois eu debruço-me sobre esse assunto;

Se você se identifica com algumas destas situações, então será melhor estar alerta para um mal que quase não reconhece. Você está na “zona de conforto”, um estado de insatisfação, contudo de comodismo!

Arriscar é a única forma que pode levar alguém a sair da “zona de conforto” e talvez a única razão para o fazer.

Mas então porque será tão dificil mudar. Em Psicologia diz-se que o trauma vem do nascimento. Como a mudança foi tão forte, ficamos marcados para o resto da vida e não ousamos mudar de novo pois isso leva à mudança de algo ao qual já nos tinhamos acomodado.

Na minha opinião, o problema não está na mudança em si, o problema está em todo o seu processo. Na fase da mudança, é necessário pensar em novas estratégias, novos caminhos, novos métodos de adaptação, novas prioridades, enfim, crescer como ser humano. Após esta fase, a personalidade fica mais forte e o espirito é renovado. Por outro lado, a zona de conforto, empobrece e torna-nos escravos dos medos e das angústias.

As pessoas que se mantêm na “zona de conforto”, preferem não alterar a rotina do seu comodismo aceitando as intempéries do acaso. Ousar mudar, para quê? A resolução para os problemas irá aparecer um dia…Aliás, quais problemas?

Motivação de Ilusão VS Motivação de Resultado

Este é mais um tema que pode gerar alguma controvérsia no Marketing Multinível.

Motivação de Ilusão

O que muitos gurus da velha escola defendem em marketing multinível é, manter as equipas motivadas vendendo-lhes a ilusão do prémio que poderão alcançar no final. Normalmente está associado a um resultado brilhante com milhões à sua espera num processo que se avizinha fácil e acessivel a qualquer pessoa mas eu vou-lhe chamar “cenoura”.

Lançada a cana com a “cenoura” na ponta, lá vai o… distribuidor, desenfreado, sem olhar para a frente, pros lados, para cima ou para baixo, fixando-se apenas  na cenoura e mexendo-se cada vez que o seu patrocinador lhe espeta as esporas. No seu percurso, lento e doloroso ele passa por caixas e caixas de cenouras que, apesar de mais acessiveis, ele acredita não terem o mesmo sabor, pelo menos foi o que lhe foi dito porque na verdade ele nunca “comeu” uma cenoura.

Reflectindo o cansaço da sua correria, já ensanguentado e sem ainda ter conseguido sequer cheirar a cenoura ele não aguenta e decide desistir. Isto é o normal porque apesar de gostar muito de “cenouras” ele não vai virar um burro :)

Motivação de Resultado

Esta é a minha forma de trabalho pois esta é a forma como gosto que trabalhem comigo. A Motivação de Resultado é simples e dá um dos principios básicos deste negócio, autonomia.

Algumas pessoas podem pensar assim “- Então mas, se não os pões a sonhar, eles nunca vão ver o potêncial deste negócio!” mas na verdade o que querem dizer é “- Então mas, se não lhes pões a cenoura à frente, eles não correm atrás dela!”

A motivação de resultados que aplico para a minha equipa não funciona com base nos sonhos mas sim nos objectivos, a curto, médio e longo prazo. É assim que me motivo, é assim que consigo visualizar o meu sonho. Ao ter resultados estou motivado e só assim correrei até ao fim. Nesta equipa, antes de lhe contar o que pode ter no final, ensino-lhe caminhos para lá chegar e é você que o escolhe.

Nova década!

Chegados a um periodo que para a maioria significa uma mudança, neste caso não só de ano mas também de década, porque não fazer um balanço do ano transacto e planear o novo ano?

Porque não pedir um aumento a si mesmo?

A mudança requer uma grande ponderação e capacidade de aceitação dos comentários mais criticos que poderão advir.

 Lembremo-nos da nossa infância, quando ainda não sabiamos ler gostavamos e dedicavamo-nos a umas coisas, com o desenvolvimento cógnitivo fomos dando importância a outras coisas. Já num periodo mais juvenil, somos uns “bêbedos” de influências e estamos com uma sede constante de conhecer novas modas, pessoas, estilos, actividades etc… Já na adolescência começamos a ter as primeiras certezas, certezas essas que se vão deteriorando com a entrada na fase adulta, novamente quando ponderamos sobre aquilo que de facto gostamos e queremos.

Porque será então que a maioria das pessoas chega a adulto e teme a mudança? Não será essa a “escola da vida”?

Na minha opinião, as pessoas que temem a mudança, na verdade param no tempo e limitam a sua vida às oportunidades que até à data tenham criado. Num mundo tão vasto e diverso esta pode ser uma opção delimitadora e prejudicial para o desenvolvimento pessoal de cada um.

Reveja o que fez por si em 2009 e olhe para esta nova década com visão abrangente da sociedade que o rodeia.

Defina a sua rota e ponha “pés” ao caminho.

Feliz 2010 e uma década de sucesso, de preferência ao meu lado ;)

Quanto vale o seu produto?

Kandinsky

 Vou contar-vos a história deste quadro. Que na verdade se deve ter passado com muitos outros.

O primeiro dono deste quadro estava numa altura difícil na sua vida e pediu ao seu filho que levasse a pintura à feira e a tentasse vender mas nunca por menos de 500$ (que na altura já era uma fortuna). O seu filho lá foi, com toda a sua concentração em ajudar o seu pai.

Ao chegar à feira foi então falar com os comerciantes, o primeiro foi o senhor que vende a fruta a toda a vila que lhe disse “por esse quadro com rabiscos, não te dou mais que 1kg de laranjas”. O rapaz não aceitou e sem desmotivar, foi ao senhor que vende o pão que também não lhe ofereceu mais que 10 pães. Ficando já com algumas dúvidas relativamente à viabilidade do negócio que o seu pai lhe propôs fazer, o rapaz ainda foi ao talho onde não lhe ofereceram que 1kg de carne… Completamente desmotivado, o rapaz voltou para casa lamentando-se ao seu pai que aquela obra não tinha o valor que ele pedira.

Foi então que o seu pai se sentou e lhe explicou a verdadeira qualidade e origem do quadro, deixando o rapaz altamente motivado.

No dia seguinte, o rapaz volta à praça e começa a apregoar o seu produto. Um senhor que estava de passagem rapidamente se entusiasmou com a oferta. Apresentou-se como galerista e de imediato comprou a obra pulando de alegria e proclamando-se milionário. Ele contou a todos a mesma história que o rapaz tinha escutado do seu pai.

Moral da história: este quadro vale actualmente alguns milhões de euros mas para muitas pessoas, não passa de um monte de rabiscos incompreensiveis. Apesar de nós termos a noção de que aproveitamos uma grande oportunidade, nem todos são assim e não é por isso que a oportunidade deixa de ter o seu valor original. O que é preciso é, ter visão!

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